{"id":139,"date":"2013-11-03T15:17:50","date_gmt":"2013-11-03T14:17:50","guid":{"rendered":"http:\/\/www.capoeira-auvergne.com\/?page_id=139"},"modified":"2014-02-07T12:46:16","modified_gmt":"2014-02-07T11:46:16","slug":"esclavage","status":"publish","type":"page","link":"http:\/\/www.capoeira-auvergne.com\/pt\/esclavage\/","title":{"rendered":"Escravatura"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\">\u00a0<a href=\"http:\/\/www.capoeira-auvergne.com\/wp-content\/uploads\/2013\/11\/image001.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\" wp-image-467 alignright\" alt=\"image001\" src=\"http:\/\/www.capoeira-auvergne.com\/wp-content\/uploads\/2013\/11\/image001-231x300.jpg\" width=\"152\" height=\"102\" \/><\/a><\/span><\/span>\u00ab O termo escravo significa uma pessoa submetida a prestar servi\u00e7os, tempo inteiro. Considerado animal, disposto a servir os piores e duros trabalhos penosos, transformando-se num bem im\u00f3vel que vendido ou revendido, seu propriet\u00e1rio tem um direito absoluto de sua vida e morte \u00bb<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00ab O tratado \u00e9 um com\u00e9rcio, neg\u00f3cio e tr\u00e1fico cujo o ser humano \u00e9 tratado como mercadoria, uma carga sem significado qualquer \u00bb.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><a href=\"http:\/\/www.capoeira-auvergne.com\/wp-content\/uploads\/2013\/11\/image003.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\" wp-image-469 alignleft\" alt=\"image003\" src=\"http:\/\/www.capoeira-auvergne.com\/wp-content\/uploads\/2013\/11\/image003-300x231.jpg\" width=\"310\" height=\"243\" \/><\/a><\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os escravos vendidos na costa do Congo, sua maioria eram encarcerados de guerra. Uma realidade imposta pelos chefes locais e traficantes. Um pretexto de intransig\u00eancias na obten\u00e7\u00e3o de produtos industrais europeus : tecidos, armas, licores, etc.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Reputados como mercadorias, homens, mulheres e crian\u00e7as eram capturados. Por delitos de seus crimes, estavam sujeitos sofrer penalmente com maus maltratos. Uma verdadeira ca\u00e7a humana pelo int\u00e9rior do reino at\u00e9 ao <span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><a href=\"http:\/\/www.capoeira-auvergne.com\/wp-content\/uploads\/2013\/11\/image002.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"wp-image-468 alignright\" alt=\"image002\" src=\"http:\/\/www.capoeira-auvergne.com\/wp-content\/uploads\/2013\/11\/image002-300x145.jpg\" width=\"281\" height=\"145\" \/><\/a><\/span><\/span>litoral onde transportados eram vendidos, ignorando suas destina\u00e7\u00f5es finais. Nos portos, o maior n\u00famero de carga humana era acumulada em dep\u00f3sitos, onde os escravos passavam uma a duas noites em l\u00e1grimas, sem esperan\u00e7a alguma. Uma aceita\u00e7\u00e3o for\u00e7ada pela a realidade de separar-se definitivamente de sua p\u00e1tria (Nsi Kongo). Uma agonia assustadora e mortal demonstrada nos escravos, ignorando o reservado imenso Oceano Atl\u00e2ntico.<span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><a href=\"http:\/\/www.capoeira-auvergne.com\/wp-content\/uploads\/2013\/11\/image004.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"wp-image-470 alignleft\" alt=\"image004\" src=\"http:\/\/www.capoeira-auvergne.com\/wp-content\/uploads\/2013\/11\/image004-300x184.jpg\" width=\"266\" height=\"170\" \/><\/a><\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Completamente nus, os escravos tinham uma pequena coberta em volta da cintura pela qual escondia o sexo. Na caminhada aos navios, os prisioneiros recebiam maus tratos dos traficantes, os mais atrasados recebiam pancadas violentas, os que estavam a frente da marcha por vezes cortavam os bra\u00e7os, activando e eliminando os menos resistentes, infligindo um ritmo acelarado a caravana. Em grupos pequenos de tr\u00eas a quatro escravos, eram conduzidos por vinte traficantes. A frente da marcha estavam cinco a seis condutores que puxavam os captivos como animais, unidos um a um por uma corda em volta do pesco\u00e7o e por uma forquilha estreita para n\u00e3o deixar escapar. A forquilha de madeira passava em volta do pesco\u00e7o, precisamente produzida a largura do escravo, eram resistentes com tiras abertas de madeira.<span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><a href=\"http:\/\/www.capoeira-auvergne.com\/wp-content\/uploads\/2013\/11\/image005.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"wp-image-471 alignright\" alt=\"image005\" src=\"http:\/\/www.capoeira-auvergne.com\/wp-content\/uploads\/2013\/11\/image005-300x220.jpg\" width=\"265\" height=\"199\" \/><\/a><\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Furadas por dois buracos que passavam em baixo da nuca do preso, fazendo assim pesar a garganta que tamb\u00e9m estava ligada por uma corda at\u00e9 ao calcanhar por uma cavilha de ferro. Nestas condi\u00e7\u00f5es a marcha era controlada com maior seguridade. O guia da frente podia controlar todos os presos, fazendo asfixiar ou cair suas presas com movimentos da cabe\u00e7a e pelos ombros.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><a href=\"http:\/\/www.capoeira-auvergne.com\/wp-content\/uploads\/2013\/11\/image006.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft  wp-image-472\" alt=\"image006\" src=\"http:\/\/www.capoeira-auvergne.com\/wp-content\/uploads\/2013\/11\/image006-292x300.jpg\" width=\"234\" height=\"240\" srcset=\"http:\/\/www.capoeira-auvergne.com\/pt\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2013\/11\/image006-292x300.jpg 292w, http:\/\/www.capoeira-auvergne.com\/pt\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2013\/11\/image006.jpg 386w\" sizes=\"(max-width: 234px) 100vw, 234px\" \/><\/a> <\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os capit\u00e3es procuravam a maneira mais c\u00f3muda de apertar os bra\u00e7os da forquilha ao calcanhar, sem deixar a m\u00ednima oportunidade de fugir. A maioria n\u00e3o se oponha a resist\u00eancia, suas vidas estavam abandonadas a sorte, as correntes eram soltas no final da viagem. A marcha ficava interrompida a noite. As correntes de ferro eram amarradas as \u00e1rvores ou tudo que \u00e9 tang\u03afvel. Os escravos mais persistentes tinham os bra\u00e7os mais s\u00f3lidos, presos por pequenas cordas. Alguns dos captivos lutavam desesperadamente pela pr\u00f3pria liberdade, conseguindo por vezes escapar-se, enfrentando os mercadores.<\/p>\n<p style=\"font-style: normal; font-weight: normal; text-align: justify;\" align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><a href=\"http:\/\/www.capoeira-auvergne.com\/wp-content\/uploads\/2013\/11\/image007.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-473\" alt=\"image007\" src=\"http:\/\/www.capoeira-auvergne.com\/wp-content\/uploads\/2013\/11\/image007-171x300.jpg\" width=\"229\" height=\"389\" \/><\/a><\/span><\/span>Os caminhos de Cabinda, Benguela, Luanda, Kuba e Lunda, eram os pontos do tr\u00e1fico humano comercial da \u00e9poca. As viagens realizavam-se em dist\u00e2ncias incalcul\u00e1veis e condi\u00e7\u00f5es desumanas. Os escravos eram sujeitos por for\u00e7a de viajar. Antes das embarca\u00e7\u00f5es, os escravos chegavam a costa em pior estado, completamante desgastados pela dif\u00edcil caminhada imposta pelos ca\u00e7adores. Na \u00e9poca da ca\u00e7a, existia muitos \u00a0\u00bbManis\u00a0\u00bb, (vendedores de escravos) que demonstravam o maior ardor pelo com\u00e9rcio de escravos vendidos aos espanh\u00f3is, portugueses, ingleses, holandeses e franceses.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><a href=\"http:\/\/www.capoeira-auvergne.com\/wp-content\/uploads\/2013\/11\/image008.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"size-medium wp-image-474 alignright\" alt=\"image008\" src=\"http:\/\/www.capoeira-auvergne.com\/wp-content\/uploads\/2013\/11\/image008-300x294.jpg\" width=\"300\" height=\"294\" srcset=\"http:\/\/www.capoeira-auvergne.com\/pt\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2013\/11\/image008-300x294.jpg 300w, http:\/\/www.capoeira-auvergne.com\/pt\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2013\/11\/image008.jpg 400w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a> <\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"font-style: normal; font-weight: normal; text-align: justify;\">O com\u00e9rcio escravo infundido pelos traficantes, constitu\u03afa uma calamidade sem igual para os escravos do Congo exportados as Am\u00e9ricas. Uma vez que o escravo fosse comprado, se porventura a mercadoria era de mau qualidade, o escravo estava sujeito a ser estampado uma certa parte do seu corpo era marcado por ferro vermelho. Durante a travessia ao Atl\u00e2ntico, dentro dos navios negreiros, todos os escravos de parentesco, amigos ou membros da mesma tribo eram estritamente separados uns dos outros para impedir forma\u00e7\u00e3o de grupos revoltosos.<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0cm; text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/www.capoeira-auvergne.com\/wp-content\/uploads\/2013\/11\/image009.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-475\" alt=\"image009\" src=\"http:\/\/www.capoeira-auvergne.com\/wp-content\/uploads\/2013\/11\/image009-300x182.jpg\" width=\"300\" height=\"182\" srcset=\"http:\/\/www.capoeira-auvergne.com\/pt\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2013\/11\/image009-300x182.jpg 300w, http:\/\/www.capoeira-auvergne.com\/pt\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2013\/11\/image009.jpg 500w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>No navio todos os escravos eram desconhecidos, interditos de comunicarem entre si, ignorando suas pr\u00f3prias l\u03afnguais. Os homens eram metidos na parte do por\u00e3o, onde apertados e encostados uns aos outros piedosamente, as mulheres estavam no segundo coberto, as gr\u00e1vidas no quarto de popa e as crian\u00e7as no primeiro coberto, apertadas como peixes fumados em barris, um calor insuportav\u00e9l e mau cheiro, fazia sentir-se nas embarca\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"font-style: normal; font-weight: normal; text-align: justify;\" align=\"JUSTIFY\"><a href=\"http:\/\/www.capoeira-auvergne.com\/wp-content\/uploads\/2013\/11\/image010.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-476 alignright\" alt=\"image010\" src=\"http:\/\/www.capoeira-auvergne.com\/wp-content\/uploads\/2013\/11\/image010.jpg\" width=\"236\" height=\"273\" \/><\/a>Os escravos tinham obriga\u00e7\u00e3o de trabalhar no navio, enquanto os marinheiros passavam regularmente vinagre nas boucas dos presos, prevenindo o cont\u00e1gio do scorbuto. Os captivos eram sujeitos duas refei\u00e7\u00f5es di\u00e1rias ; feij\u00e3o legeramente cozidos e picantes. Eram submetidos a dan\u00e7ar e cantar m\u00fasicas com alegria. Aqueles que n\u00e3o faziam com ardor eram castigados e punidos severamente chicoteados. Muitos escravos subretudo as mulheres e crian\u00e7as morriam nas pris\u00f5es escuras e apertadas, onde estavam encarcerados de dia e noite. Esmagados pelas condi\u00e7\u00f5es desumanas, sede e fome. Para eles era indiferente viver e morrer.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><a href=\"http:\/\/www.capoeira-auvergne.com\/wp-content\/uploads\/2013\/11\/image011.png\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-477\" alt=\"image011\" src=\"http:\/\/www.capoeira-auvergne.com\/wp-content\/uploads\/2013\/11\/image011-300x151.png\" width=\"344\" height=\"170\" \/><\/a> <\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"font-style: normal; font-weight: normal; text-align: justify;\" align=\"JUSTIFY\">Alguns factores naturais como tempestades e condi\u00e7\u00f5es desumanas impostas pelos senhores, apresentava uma alt\u00edssima taxa de mortalidade nas embarca\u00e7\u00f5es. Mulheres e crian\u00e7as eram os mais afectados. Existia outros problemas causados pelos escravos, doen\u00e7as, revoltas e outros motivos, eram solucionados. Vivos ou mortos e acorrentados, eram postos fora do navio. A viagem durava entre 20 e 35 dias, muitos escravos procuravam v\u00e1rios meios de suicidar-se, alguns preferiam lan\u00e7ar-se ao mar, outros rendiam-se contra as paredes do navio, estrangulando com pr\u00f3prias correntes. A sociedade do Congo baseava-se pela coes\u00e3o cl\u00e3 de suas fam\u03aflias, suas linhagens ou grupos e tribos nas cidades. A paz e colabora\u00e7\u00e3o entre prov\u03afncias foram destru\u03afdas, os princ\u00edpios e valores arruinados. Sucedeu a adecad\u00eancia totalmente do reino Congol\u00eas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><a href=\"http:\/\/www.capoeira-auvergne.com\/wp-content\/uploads\/2013\/11\/image014.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\" wp-image-478 aligncenter\" alt=\"image014\" src=\"http:\/\/www.capoeira-auvergne.com\/wp-content\/uploads\/2013\/11\/image014-300x260.jpg\" width=\"300\" height=\"260\" srcset=\"http:\/\/www.capoeira-auvergne.com\/pt\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2013\/11\/image014-300x260.jpg 300w, http:\/\/www.capoeira-auvergne.com\/pt\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2013\/11\/image014.jpg 400w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a> <\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"font-style: normal; font-weight: normal; text-align: justify;\"><span style=\"color: #333333;\"><em>A coloniza\u00e7\u00e3o das Am\u00e9ricas, (Brasil), come\u00e7ou em 1532. Fundou-se cidade de S\u00e3o Vicente.<\/em><\/span><\/p>\n<p style=\"font-style: normal; font-weight: normal; text-align: justify;\" align=\"JUSTIFY\"><a href=\"http:\/\/www.capoeira-auvergne.com\/wp-content\/uploads\/2013\/11\/images-1.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft\" alt=\"images 1\" src=\"http:\/\/www.capoeira-auvergne.com\/wp-content\/uploads\/2013\/11\/images-1.jpg\" width=\"283\" height=\"81\" \/><\/a>Foi o come\u00e7o da ind\u00fastria da cana de a\u00e7ucar que necessitou import\u00e2ncia da m\u00e3o-de-obra. Na \u00e9poca, os nativos da terra, os \u00edndios am\u00e9ricanos n\u00e3o resistiam ao duro trabalho imposto pelos colonizadores, muitos preferiam morrer que perder liberdade no cativeiro. Portugal como colonizador deslocou-se as colonias africanas, do reino do Congo, embusca de escravos, transportando os negros que chegaram aos milhares nos portos da Ba\u03afa, Rio de Janeiro e outras partes das Am\u00e9ricas por uma viagem sem volta, rumo a escravid\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><a href=\"http:\/\/www.capoeira-auvergne.com\/wp-content\/uploads\/2013\/11\/image016.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\" wp-image-480 aligncenter\" alt=\"image016\" src=\"http:\/\/www.capoeira-auvergne.com\/wp-content\/uploads\/2013\/11\/image016-300x223.jpg\" width=\"300\" height=\"223\" srcset=\"http:\/\/www.capoeira-auvergne.com\/pt\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2013\/11\/image016-300x223.jpg 300w, http:\/\/www.capoeira-auvergne.com\/pt\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2013\/11\/image016.jpg 534w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><\/span><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0\u00ab O termo escravo significa uma pessoa submetida a prestar servi\u00e7os, tempo inteiro. Considerado animal, disposto a servir os piores e duros trabalhos penosos, transformando-se num bem im\u00f3vel que vendido ou revendido, seu propriet\u00e1rio tem um direito absoluto de sua&hellip;<\/p>\n<p class=\"more-link-p\"><a class=\"more-link\" href=\"http:\/\/www.capoeira-auvergne.com\/pt\/esclavage\/\">Lire plus &rarr;<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":[],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/www.capoeira-auvergne.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/139"}],"collection":[{"href":"http:\/\/www.capoeira-auvergne.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"http:\/\/www.capoeira-auvergne.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.capoeira-auvergne.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.capoeira-auvergne.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=139"}],"version-history":[{"count":15,"href":"http:\/\/www.capoeira-auvergne.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/139\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1737,"href":"http:\/\/www.capoeira-auvergne.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/139\/revisions\/1737"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/www.capoeira-auvergne.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=139"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}